A dois meses dos Jogos, o que esperar da Olimpíada de Tóquio? I AO PONTO

Depois de quase oito anos de preparação, a “linha de chegada está a um passo de distância”. O tom dramático da declaração do vice-presidente do Comitê Olímpico Internacional, John Coates, seria surpreendente em tempos normais. Mas não é, considerando que se trata da primeira Olimpíada da Era Moderna que ocorrerá em meio a uma pandemia. Até agora, a determinação dos organizadores para manter o evento enfrenta críticas. Porém, protocolo de segurança sanitária avançou, especialmente após a chegada das vacinas, e a família olímpica está mobilizada para a disputa de medalhas, que começa em dois meses. Essa também será a única olimpíada sem público estrangeiro. E a primeira deste século sem dois dos maiores atletas olímpicos de todos os tempos. Michael Phelps, que participa dos Jogos desde o ano 2000, em Sydney, e Usain Bolt, que disparou para a glória pela primeira vez em 2008, em Pequim, se aposentaram. Mas outras estrelas, que também brilharam no Rio, em 2016, farão a festa do público pela TV, como a americana Simone Biles. Já o Brasil chega com chances em modalidades nas quais se acostumou a frequentar o pódio, como judô, iatismo, canoagem, vôlei de praia e ginástica, além de entrar como favorito em algumas que farão sua estreia no Japão, como no surf de Gabriel Medina. No Ao Ponto desta segunda-feira, a repórter Carol Knoploch e o editor-adjunto de Esportes Renan Damasceno contam como estão os preparativos para o evento marcado pela pandemia, e projetam o desempenho dos atletas brasileiros.

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