A frágil aliança que tirou Netanyahu do poder em Israel I AO PONTO

Benjamin Netanyahu, agora ex-primeiro-ministro de Israel, saiu do poder após 12 anos e quatro eleições. Bibi, como é conhecido no país, atuou com habilidade nos últimos anos para garantir sua sobrevivência política. Apenas no domingo (13) as últimas dúvidas sobre o fim de seu período como premier se dissiparam, quando o parlamento israelense, a Knesset, aprovou por uma margem mínima a formação de um novo governo. Essa aliança, marcada por um amplo e improvável espectro de forças políticas, é encabeçada pelo direitista Naftali Benet, que assume a cadeira de Netanyahu, e pelo centrista Yair Lapid, que será o chanceler e deve assumir o poder dentro de dois anos. A maioria dos opositores ao novo governo é aliada do mais longevo primeiro-ministro da história de Israel, que ainda não tem planos de se aposentar. Pelo contrário, já na segunda-feira, Netanyahu afirmou que está disposto a derrubar o governo na primeira oportunidade. O que, segundo o ex-premier, “está mais perto do que se imagina”. No Ao Ponto desta terça-feira, o colunista Guga Chacra aponta as dúvidas que existem na nova relação entre Israel e palestinos. Ele também analisa o prejuízo para o governo Bolsonaro, que tinha Netanyahu como um dos poucos aliados no exterior.

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