A imunidade da vacina e de quem já pegou Covid I AO PONTO

Até 2020, o SarsCov 2 era um vírus desconhecido. Como ele não circulava entre os humanos, o organismo de ninguém estava pronto encarar essa batalha. Mas à medida que a pandemia avança, milhões de pessoas se contaminam a todo instante. Uma expressiva maioria se recupera e consegue desenvolver sua própria defesa. Um estudo feito no início do ano na Inglaterra indicou que as pessoas infectadas e curadas da Covid-19 ficam imunes por pelo menos cinco meses após a infecção. Na semana passada, a revista britânica Nature publicou outra análise, demonstrando que a imunidade de quem já contraiu o vírus pode ser ainda maior. Já o jornal americano The New York Times publicou os resultados de outra pesquisa, que corrobora os dados e adiciona outro fator importante: pessoas que se contaminaram e que também tomaram vacina ficam ainda mais resistentes. Porém, a intensidade e o período de proteção são relativos, o que fica demonstrado pelos variados exemplos de reinfecção. No Ao Ponto desta segunda-feira, a microbiologista e presidente do Instituto Questão de Ciência, Natália Pasternak, explica os resultados de estudos recentes que investigaram as defesas que a infecção e os imunizantes produzem contra a doença, e analisa como esses dados devem ser utilizados no combate à pandemia.

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