De Serrana a Ribeirão, os extremos da pandemia lado a lado I AO PONTO

Em março, as escolhas entre a vida e a morte de pacientes ocorreram em diferentes lugares do Brasil. Na cidade de Serrana (SP), município de pouco mais de 45 mil habitantes, não foi diferente. Àquela altura, o dado gerou certa apreensão porque já estava em curso um estudo científico na cidade, produzido pelo Instituto Butantan em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), para aferir a efetividade da vacina CoronaVac. Mas ainda não era hora de verificar os resultados. Isso só aconteceu agora, no final de maio, depois que quase 28 mil adultos de Serrana, considerados elegíveis para a vacina, tomaram a segunda dose. A notícia foi a melhor esperada: segundo o Butantan, a cidade teve uma redução de 95% no número de óbitos, 86% no número de internações e 80% no de casos sintomáticos de Covid-19. Uma realidade bem diferente de outros municípios da mesma região, onde os hospitais estão no limite. A cidade polo, Ribeirão Preto, tem mais de 95% de ocupação dos leitos de UTI. Esse agravamento da pandemia torna Serrana uma ilha dentro de uma região pressionada pelo aumento de casos, por leitos ocupados e com uma população vacinada no mesmo ritmo do restante do Brasil. No Ao Ponto desta quarta-feira, a repórter Giuliana de Toledo e a médica infectologista Karen Morejon, que atua na rede pública e privada de Ribeirão Preto, revelam o contraste entre uma cidade vacinada e outra em lockdown, a 25 quilômetros de distância.

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