O mecanismo de Bolsonaro para privilegiar seus aliados I AO PONTO

Nos últimos dois anos, os principais líderes no Congresso travaram uma batalha para garantir que as chamadas “emendas do relator” estivessem recheadas de dinheiro. Foi assim no debate do orçamento deste ano, quando o o governo aprovou um texto que tinha tanto dinheiro para essas emendas que faltou para outras despesas obrigatórias.  Em 2020, houve uma discussão muito parecida. Nessa queda de braço, o relator do orçamento ficou com R$ 20 bilhões em verbas para investimentos sob sua responsabilidade. Só que quem controla esse dinheiro é o próprio governo, que elaborou até um ranking para medir a fidelidade de seus aliados no Congresso. Com isso, a liberação dos recursos quase sempre privilegia os parlamentares mais fiéis. Segundo o jornal “O Estado de S.Paulo”, a fome dos aliados é saciada por R$ 3 bilhões, que são liberados seguindo o humor do Planalto e a caneta do ministro Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional). Com um detalhe adicional: esse mecanismo dificulta o acompanhamento dessa despesa. No Ao Ponto desta quarta-feira, o repórter de Economia Manoel Ventura e o editor-executivo Paulo Celso Pereira contam como o governo abastece com verbas públicas seus principais defensores e as brechas que esse método abre para irregularidades.

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