Os fungos que ameaçam pacientes internados com Covid I AO PONTO

O agravamento da pandemia na Índia levou o país a uma explosão de casos e óbitos pela Covid-19. E suas consequências geram preocupação em todo o mundo. Uma delas é a variante B.1.617, descoberta no país e considerada mais transmissível pela OMS. A outra é a incidência em milhares de indianos de uma doença provocada por um fungo de alta letalidade. O nome é mucormicose e mata cerca de 50% das pessoas que a contraem. Nos últimos meses, outros países também registraram casos de infecção pelo mesmo fungo. O distúrbio geralmente aparece em pessoas com algum tipo de imunodeficiência, e estudos verificam se há uma correlação entre os casos e a infecção pelo Sars-CoV-2. No Brasil, o Hospital de Clínicas de São Paulo identificou um paciente com Covid-19, com idade entre 30 e 40 anos, que desenvolveu a doença, sem que houvesse outra comorbidade. Mas não foi o único. No Amazonas, foi confirmada a morte de um paciente com diabetes devido à mucormicose em Abril, e há outros casos suspeitos sendo investigados em São Paulo, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. No Ao Ponto desta quinta-feira, o coordenador do comitê de micologia médica da Sociedade Brasileira de Infectologia, o médico infectologista Flávio Telles, explica o que é, afinal, essa doença. Ele também analisa se existe alguma relação entre esses casos e a variante encontrada pela primeira vez na Índia e quais são os outros fungos que oferecem riscos aos pacientes hospitalizados.

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