Vem aí um tarifaço na conta de luz? I AO PONTO

Em 2015, o nível dos reservatórios das hidrelétricas que abasteciam o Sudeste do Brasil atingiu um nível crítico. Com o sistema em colapso, houve o acionamento de usinas térmicas, e foram necessárias campanhas para o consumo racional e água e luz. Agora, a história se repete, com algumas diferenças. O período de chuvas, que terminou em abril, teve precipitações muito abaixo das esperadas. A afluência de água nos reservatórios foi a menor dos últimos 90 anos. Porém, o sistema atual é mais preparado para suportar a falta de chuvas. Nesse momento, não há risco de desabastecimento. Mas há uma certeza: as alternativas para suprir a demanda deixarão a conta de luz mais cara e não descartam o risco de um agravamento da situação mais tarde. E o setor elétrico acumula, nos últimos meses, um represamento de tarifas que será repassado ao consumidor. No Ao Ponto desta quarta-feira, o jornalista Álvaro Gribel e o economista-chefe da Ativa Investimento, Étore Sanchez, explicam como a falta de chuvas afeta o fornecimento de energia e projetam o comportamento dos preços da energia nos próximos meses.

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